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Obama autoriza envio de mais 1.500 militares ao Iraque para combater o EI

Internacional|Do R7

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Washington, 7 nov (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou nesta sexta-feira o envio adicional de até 1.500 militares ao Iraque como parte da estratégia para combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), informou a Casa Branca. Esse pessoal militar não terá um papel de combate, mas sua missão será treinar, assessorar e auxiliar às forças de segurança iraquianas e as tropas curdas. Os militares americanos trabalharão nas instalações das forças de segurança iraquianas situadas nos arredores da capital Bagdá e da cidade curdo-iraquiana de Erbil, indicou o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, em comunicado. Earnest ressaltou que a estratégia dos EUA para combater o Estado Islâmico se centra em "construir as capacidades" das tropas locais que lutam no terreno contra os jihadistas, que se estabeleceram em uma faixa de território no Iraque e na Síria. "Estivemos dando este apoio às forças de segurança iraquianas através de programas de assessoria e assistência; provisão de armas, equipamentos e inteligência; e ataques aéreos com nossa coalizão de parceiros para ajudar no êxito de nossos aliados iraquianos", acrescentou Earnest. A Casa Branca pediu ainda US$ 5,6 bilhões adicionais ao Congresso para combater o EI, informou por sua parte o diretor do Escritório de Gestão e Orçamento (OMB) da Casa Branca, Shaun Donovan, em comunicado. O pedido inclui US$ 1,6 bilhão para estabelecer um fundo para treinar e equipar as forças de segurança iraquianas, incluídas as tropas curdas, "já que trabalham com o governo do Iraque para enfrentar o EI". Este pedido foi feito no marco da estratégia integral anunciada em 10 de setembro pelo presidente Obama para "enfraquecer e em última instância derrotar o EI, com uma campanha ampla e sustentada de luta contra o terrorismo". O secretário de Defesa, Chuck Hagel, fez a recomendação do envio das novas tropas ao Iraque ao presidente Obama em resposta a um pedido do governo iraquiano, afirmou o porta-voz do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, em outro comunicado. EFE elv/rsd

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