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Obama autoriza sanções à Rússia, mas diz que não pretende impor mais medidas

Internacional|Do R7

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Washington, 16 dez (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira uma lei aprovada pelo Congresso que lhe autoriza a adotar novas sanções contra a Rússia pelo conflito na Ucrânia, mas esclareceu que, por enquanto, não tem intenção de impor mais medidas contra esse país. A lei, que também autoriza o governo dos EUA a proporcionar armas e assistência não militar à Ucrânia, "não é sinal de uma mudança na política de sanções" em relação à Rússia, segundo especificou Obama em comunicado divulgado pela Casa Branca. O presidente acrescentou que, por enquanto, seu governo "não tem a intenção de impor sanções em virtude dessa lei", embora não descarte que isso ocorra no futuro "se as circunstâncias justificarem". "Minha Administração seguirá trabalhando estreitamente com os aliados e parceiros na Europa e em nível internacional para responder aos eventos na Ucrânia, e continuará revisando e calibrando nossas sanções para responder às ações da Rússia", afirmou Obama. Além disso, o presidente voltou a urgir que a Rússia ponha fim à "ocupação e tentativa de anexação" da Crimeia e ao apoio aos "separatistas" do leste da Ucrânia. A lei assinada por Obama e aprovada na semana passada no Congresso com consenso bipartidário autoriza o presidente a introduzir novas sanções contra o setor energético russo, em particular contra a gigante do gás Gazprom, e o exportador estatal de armas Rosoboronexport. Além disso, a medida libera fundos e dá autoridade ao presidente para proporcionar ajuda militar, armas e assistência não letal à Ucrânia. Nesta semana, a moeda russa, o rublo, caiu a níveis desconhecidos desde a moratória de 1998. Essa queda está vinculada à queda do preço do petróleo em nível global, mas também às sanções ocidentais à Rússia por sua postura na crise ucraniana, que privaram Moscou não só de importantes fontes de financiamento, mas também do acesso a tecnologias para a indústria extrativa de hidrocarbonetos. EFE mb/rsd

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