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Obama e Abe falam sobre possíveis sanções adicionais à Coreia do Norte

Internacional|Do R7

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Washington, 22 fev (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, conversaram nesta sexta-feira na Casa Branca sobre possíveis sanções adicionais contra a Coreia do Norte por causa do terceiro teste nuclear realizado por esse país. Após sua reunião no Salão Oval, os dois líderes falaram brevemente com a imprensa e concordaram quanto à necessidade de tomar medidas em resposta às ações da Coreia do Norte. A Casa Branca já tinha antecipado que não haveria novos anúncios sobre a Coreia do Norte, e insistido que o Conselho de Segurança da ONU deve "falar com uma só voz" e deixar claro que as ações nucleares desse país terão consequências. Segundo Obama, a conversa com Abe no Salão Oval esteve centrada, além disso, em medidas que os dois países poderiam tomar para fomentar e expandir o comércio bilateral, assim como fortalecer o crescimento econômico. Abe, por sua vez, declarou que o "compromisso" de ambas as partes com uma forte aliança bilateral "está de volta", após ter acusado o governo japonês anterior de enfraquecer os laços com os EUA. Os dois governantes também debateram o litígio entre Japão e China em relação às ilhas Senkaku/Diaoyu, cuja soberania é reivindicada pelos dois países. Segundo Abe, o Japão está lidando com esse conflito "de uma maneira tranquila" e continuará a fazê-lo assim. Junto com o reforço da cooperação em segurança, o governo de Obama se interessa especialmente que o Japão se some às negociações para um pacto comercial conhecido como Acordo de Associação Transpacífica (TPP na sigla em inglês). Fazem parte das negociações sobre o TPP 11 países: Estados Unidos, Brunei, Malásia, Chile, Peru, Nova Zelândia, Austrália, Cingapura, Vietnã, Canadá e México. Os agricultores japoneses, uma das principais bases de apoio do Partido Liberal-Democrata (PLD) de Abe, são reticentes ao TPP, por isso uma das fórmulas que o primeiro-ministro pretende explorar é a possibilidade de que alguns produtos agrícolas japoneses fiquem fora do futuro acordo comercial. Por sua vez, o setor automobilístico americano quer que o Japão se comprometa a abrir seus mercados aos veículos fabricados nos EUA. EFE mb/id

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