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Trump deixar de investir na Otan e incentiva membros a fazer o mesmo; veja análise

Quando o presidente americano meio que lava as mãos, outros países também diminuem seus gastos, diz especialista

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mark Rutte, secretário-geral da Otan, destacou a distribuição desigual dos gastos para ajudar a Ucrânia na guerra contra a Rússia.
  • Igor Lucena, especialista em relações internacionais, concorda e menciona a menor contribuição de países como o Canadá em comparação a membros europeus.
  • A redução do apoio dos EUA, especialmente durante a presidência de Trump, influenciou outros países a diminuírem seus gastos.
  • A diminuição da ajuda ocidental pode permitir avanços da Rússia, fortalecendo nações autoritárias e enfraquecendo democracias ocidentais.

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Mark Rutte, secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), declarou durante uma entrevista que os gastos para ajudar a Ucrânia na guerra contra a Rússia não estão distribuídos de forma equitativa dentro da Aliança.

O secretário afirmou que é preciso um apoio firme e de longo prazo. O doutor em relações internacionais e economista Igor Lucena concordou com o argumento levantado por Rutte e afirmou que países como o Canadá de fato não contribuem tanto para os esforços de guerra quanto alguns membros europeus.


Mesmo com o período do cessar-fogo temporário valendo, Rússia e Ucrânia se confrontam
Falta de recursos abre espaço para Rússia avançar contra Ucrânia Reprodução/RECORD NEWS

O especialista apontou que o cenário pode se agravar devido à queda nas participações norte-americanas no envio de recursos. “Quando o presidente Trump meio que lava as mãos, outros países também diminuem seus gastos, porque dizem: ‘Olha, não é no meu território. O presidente Trump também não está gastando, então eu também não vou’”, disse no Conexão Record News desta quinta-feira (21).

Uma vez que a ajuda começa a decair, a Rússia torna-se capaz de avançar contra a Ucrânia, o que aumentaria a própria influência ao mesmo tempo em que enfraqueceria as potências do Ocidente. “Esse momento é uma espécie de divisor de águas: ou se defendem nações que têm princípios democráticos, que precisam do apoio do Ocidente, ou veremos, nesse início do século 21, um avanço de nações autoritárias”.

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