Probabilidade de acordo com Cuba ‘não é alta’, diz Rubio
Acusações de assassinato contra Raúl Castro marcam nova tensão nas relações EUA-Cuba
Internacional|Da Reuters
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A probabilidade de um acordo negociado e pacífico entre os Estados Unidos e Cuba não é alta no momento, disse nesta quinta-feira (21) o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, enquanto Washington intensifica a pressão sobre o governo comunista da ilha.
Rubio disse que os Estados Unidos sempre preferem um acordo negociado.
“Essa continua sendo nossa preferência em relação a Cuba”, disse ele a jornalistas.
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“Estou apenas sendo honesto com vocês; a probabilidade de isso acontecer, considerando com quem estamos lidando agora, não é alta. Mas, se eles mudarem de ideia, nós estaremos aqui. E, enquanto isso, continuaremos fazendo o que precisamos fazer.”
O presidente Donald Trump pressiona por uma “mudança de regime” em Cuba, governada pelos comunistas desde a revolução de 1959 liderada por Fidel Castro.
Cuba aceitou a oferta dos EUA de US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões, na cotação atual) em ajuda humanitária, disse Rubio.
O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, disse nesta quinta-feira que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, está provocando uma agressão militar e rotulando falsamente Cuba como um Estado patrocinador do terrorismo.
“O secretário de Estado dos EUA mente mais uma vez para instigar uma agressão militar que provocaria o derramamento de sangue cubano e norte-americano”, disse Rodríguez.
O chanceler cubano disse que a ilha não representa ameaça à segurança dos EUA e acusou Washington de provocar intencionalmente o colapso econômico e o desespero social na ilha.
Os Estados Unidos anunciaram acusações de assassinato contra o ex-presidente cubano Raúl Castro na quarta-feira, uma escalada importante que marcou um novo ponto baixo nas relações entre os rivais de longa data.
Rubio negou que os EUA estejam promovendo a reconstrução de nações.
“Não se trata de construção de nação”, disse ele a jornalistas antes de partir para uma reunião de ministros da Otan na Suécia.
“Estamos tratando de algo que está diretamente relacionado à segurança nacional dos Estados Unidos.”
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