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Obama nomeia Loretta Lynch como nova secretária de Justiça dos EUA

Internacional|Do R7

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Washington, 8 nov (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nomeou neste sábado Loretta Lynch como a próxima secretária de Justiça e procuradora-geral do país, em substituição de Eric Holder, que ocupa o cargo desde que o líder foi eleito. "Não posso pensar em outro nome melhor para ser nosso próximo procurador-geral", disse o presidente ao anunciar sua decisão na Casa Branca, ao lado do atual secretário de Justiça e da própria Lynch. "Ao longo de seus 30 anos de carreira, se destacou como uma pessoa obstinada, justa e uma advogada independente que dirigiu em duas ocasiões um dos escritórios mais proeminentes dos Estados Unidos", ressaltou o líder. Obama, que viajará para a Ásia neste fim de semana, deixou a indicação nas mãos do Senado para que a confirme "sem demora", com pressa devido à posse em janeiro do novo Congresso, que composto por maioria republicana após as eleições de terça-feira. O presidente se referiu à experiência de Lynch como procuradora federal em Nova York, onde de maneira bem-sucedida liderou processos judiciais contra terroristas, mafiosos e funcionários públicos, tanto democratas como republicanos. "Ninguém chega a este lugar, a esta sala, a este patamar neste momento, sozinha", disse Lynch, agradecendo a nomeação ao presidente e aos colegas, parentes e amigos. "Vou me levantar a cada manhã com o objetivo de proteger o povo americano como primeiro pensamento", acrescentou. Aos 55 anos, Lynch, que é procuradora federal do Brooklyn, em Nova York, e formada pela Universidade de Harvard se tornará a primeira mulher negra a ocupar o cargo se for confirmada pelo Senado. Ao chegar ao posto, substituirá Eric Holder, que também foi o primeiro negro a ocupar a Procuradoria Geral da nação e anunciou sua renúncia em setembro, após quase seis anos à frente da Justiça americana. Sobre Holder, Obama agradeceu pelo "serviço excepcional" a favor de país um "mais livre e mais seguro". Holder deixa o cargo em um momento tranquilo de sua gestão, após ter resistido às pressões diante das multimilionárias multas que impôs a gigantes de Wall Street por seu papel na comercialização das hipotecas 'lixo' ou a polêmica pela operação "Fast and Furious", de rastreamento de armas que acabaram em mãos de quadrilhas de traficantes de drogas mexicanos. EFE rg/vnm

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