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Países do Golfo enfrentam ‘racha’ após início do conflito entre Irã e EUA, diz professor

Líderes da região estão reunidos na Arábia Saudita para discutir resposta aos ataques iranianos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Líderes dos países do Golfo se reúnem na Arábia Saudita para discutir resposta aos ataques do Irã.
  • A guerra com o Irã afeta infraestruturas energéticas e civis nos Estados membros do Conselho de Cooperação do Golfo.
  • Professor Vitelio Brustolin destaca o impacto do fechamento do estreito de Ormuz na região.
  • Emirados Árabes Unidos saem da Opep+, evidenciando um "racha" entre os países da região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Líderes de países do Golfo estão reunidos na Arábia Saudita para discutir uma resposta aos ataques iranianos. A reunião do Conselho de Cooperação do Golfo em Jeddah foi presidida pelo príncipe herdeiro saudita. Segundo a mídia local, a cúpula discutiu tópicos e questões relacionados a desenvolvimentos regionais e internacionais, e a coordenação de esforços a respeito deles.

A guerra com o Irã atingiu infraestruturas energéticas essenciais nos seis Estados do Conselho de Cooperação do Golfo, além de empresas ligadas aos Estados Unidos e outras infraestruturas civis e militares.


Reunião diplomática com dois representantes sentados diante de bandeiras nacionais em sala oficial
Reunião do Conselho de Cooperação do Golfo foi presidida pelo príncipe herdeiro saudita Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News, Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais e pesquisador, explica que a decisão de manter o estreito de Ormuz fechado prejudica não só o Irã, como também os Emirados Árabes Unidos, o Catar, o Bahrein, o Iraque, o Kuwait e a Arábia Saudita.

“Agora, esses países também não querem, eles mesmos, atacar o Irã nesse momento, porque existe o risco, sim, de Trump declarar vitória em qualquer momento e retirar os Estados Unidos da guerra e deixar uma guerra de herança com a região”, afirma Brustolin.


Segundo o professor, nesta terça-feira (28), os Emirados Árabes Unidos saíram da Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) — grupo que controla o preço do petróleo no mundo todo — justamente porque não querem ficar limitados às cotas da Opep+. “Está havendo claramente um ‘racha’ nos países da região”, conclui.

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