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Pela 1ª vez, Kim Jong-un confirma política de suicídio de soldados norte-coreanos na Ucrânia

Líder da Coreia do Norte elogiou os militares que se suicidaram para evitar a captura pelas forças ucranianas

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kim Jong-un confirmou a "política de suicídio" de soldados norte-coreanos na Ucrânia durante um discurso em um museu.
  • O líder elogiou os militares que se suicidaram para evitar a captura pelas forças ucranianas.
  • A cerimônia incluiu apresentações e uma representação de batalhas, destacando o ato de explode-se como heroísmo.
  • A Coreia do Norte enviou cerca de 14 mil soldados à Rússia e registrou mais de 6.000 baixas desde 2024, em colaboração com Putin.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Coreia do Norte enviou cerca de 14 mil soldados para lutar pela Rússia Reprodução/Record News - 15.08.25

Em discurso na inauguração de um museu, o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, confirmou a política de suicídio de soldados norte-coreanos que lutam pela Rússia na guerra contra a Ucrânia.

Segundo informações da agência de notícias estatal KCNA, divulgadas nesta segunda-feira (27), o ditador elogiou os militares que cometeram suicídio para não serem capturados pelas forças ucranianas.


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Durante o discurso, Kim Jong-un afirmou que as tropas optaram por ataques suicidas contra si mesmas em um ato que descreveu como “heroísmo extraordinário”, de acordo com a agência.

A cerimônia também contou com apresentações e fogos de artifício. Entre as atrações, houve uma representação de uma batalha que mostrava jovens lutando contra inimigos e, em seguida, se “explodindo” para não serem capturados.


A Coreia do Norte é o terceiro país a enviar tropas para a linha de frente da guerra no Leste Europeu. A declaração do ditador foi feita durante a inauguração de um museu memorial dedicado aos norte-coreanos mortos no conflito.

Desde 2024, o país enviou cerca de 14 mil soldados para a Rússia e, segundo autoridades da Coreia do Sul e da Europa, sofreu mais de 6.000 baixas. O reforço militar faz parte do acordo entre Vladimir Putin e Kim Jong-un.

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