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'Parada tecno' termina com 50 feridos em Berna, na Suíça

De acordo com os policiais, as forças de segurança enfrentaram um "potencial de violência em massa"

Internacional|Do R7

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A confusão começou pouco antes de meia-noite, perto do Palácio Federal, sede do governo e do Parlamento suíço
A confusão começou pouco antes de meia-noite, perto do Palácio Federal, sede do governo e do Parlamento suíço

Cerca de 50 pessoas, entre elas vários policiais, ficaram feridas na noite de sábado em Berna, capital da Suíça, durante a manifestação "Tanz dich frei" (liberte-se pela dança, em tradução livre), segundo a polícia local.

A parada tecno, que acontece pela terceira vez, reuniu pelo menos dez mil pessoas, convocadas por uma página anônima na rede social Facebook. O objetivo é pedir mais espaços e liberdade para a vida noturna.


De acordo com os policiais, as forças de segurança enfrentaram um "potencial de violência em massa".

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Durante essa agitada noite tecno, pelo menos 61 pessoas foram detidas, sendo 54 homens e 7 mulheres. Nove são menores de idade.

A estimativa é que os danos materiais ultrapassem milhares de francos suíços. Pelo menos 70 vitrines foram quebradas, e algumas lojas, saqueadas. O caos seguiu até a madrugada.


A "Techno Parade" começou com algumas centenas de pessoas no sábado (25), no final da tarde, e foi aumentando até chegar a dez mil pessoas, segundo a polícia.

À frente da passeata, estavam centenas de representantes do "Black Bloc" (Bloco Preto), manifestantes anarquistas vestidos de preto e mascarados. Logo atrás, seguia uma multidão que dançava ao ritmo da música. A confusão começou pouco antes de meia-noite, perto do Palácio Federal, sede do governo e do Parlamento suíço.

De acordo com os policiais, os manifestantes atacaram a polícia com fogos de artifício, pedras e canos de metal. Os agentes responderam com gás lacrimogêneo, jatos d'água e balas de borracha. Bombeiros e socorristas também foram atacados.

Durante uma coletiva de imprensa neste domingo, a autoridade local responsável pela segurança, Reto Nause, citado pela agência de notícias ATS, falou de "militantes criminosos" e pediu punição máxima para os agitadores.

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