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Partido Socialista português volta a rejeitar de governo de salvação nacional

Internacional|Do R7

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Lisboa, 11 jul (EFE).- O Partido Socialista (PS), principal força oposicionista de Portugal, rejeitou nesta quinta-feira apoiar ou integrar o governo de salvação nacional sugerido na véspera pelo presidente Aníbal Cavaco Silva, sem que sejam realizadas eleições. Após uma reunião da cúpula da legenda e uma audiência do secretário-geral do PS, António José Seguro, com Cavaco, foi anunciada a disponibilidade por "iniciar o processo de diálogo" proposto pelo presidente a conservadores e socialistas. O comunicado ratifica, no entanto, a posição adiantada ontem por um dos dirigentes do PS a favor da convocação imediata de eleições antecipadas, excluindo a "possibilidade de apoio e muito menos integração em qualquer solução de governo, que surja da atual composição do Parlamento". O secretariado nacional socialista insiste que o processo de diálogo político deve incluir todas as forças legislativas, enquanto a iniciativa de Cavaco está limitada aos três maiores partidos, o PS, o Social Democrata (PSD) e o Democrata Cristão (CDS-PP). As consultas sobre o governo de salvação nacional começaram hoje com uma rodada de reuniões entre Cavaco, e os líderes dos três principais partidos do país. O chefe do Estado recebeu o primeiro-ministro conservador Pedro Passos Coelho, o democrata-cristão Paulo Portas, e o socialista Seguro. Cavaco pediu ontem, em mensagem ao país, um "compromisso de salvação nacional", que permita concluir o programa de resgate financeiro e coloque fim a crise de governo que explodiu há 10 dias, quando Portas renunciou ao Ministério das Relações Exteriores por desavenças com Passos Coelho. EFE ecs/bg

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