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Pesquisas de boca-de-urna apontam disputa acirrada pela presidência do Equador

Disputa eleitoral entre aliado de Correa e ex-banqueiro divide o país

Internacional|Do R7, com Reuters

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Eleitora vota no Equador
Eleitora vota no Equador

Pesquisas de boca-de-urna apontam uma disputa acirrada nas eleições presidenciais equatorianas, que ocorreram neste domingo (2). Segundo o instituto Perfiles de Opinión, o governista Lenin Moreno venceu com 52%,2 dos votos. Já o instituto Cedatos, o oposicionista Guillermo Lasso conquistou a preferência 53,02% dos eleitores.

Ambos os candidatos comemoraram o resultado. Os números oficiais devem ser divulgados na noite deste domingo.


Os equatorianos foram às urnas em uma disputada eleição presidencial que pode ver um aliado do presidente Rafael Correa estender uma década de governo de esquerda ou um ex-banqueiro adotar políticas mais amigáveis para os negócios.

O país andino está nervoso após uma tensa campanha que teve como centro uma economia decadente, enquanto a região está observando para ver se o Equador seguirá Argentina, Brasil e Peru em uma guinada à direita após o fim do boom das commodities.


A eleição no Equador também tem repercussão internacional, com o desafiante conservador Guillermo Lasso prometendo retirar o fundador da WikiLeaks, Julian Assange, da embaixada do Equador em Londres se vencer a disputa de domingo.

O candidato do governo, Lenin Moreno, ex-vice-presidente que é paraplégico, perdeu a vitória no primeiro turno, em fevereiro, pelo limite mínimo e as últimas pesquisas o mostram a frente de Lasso no segundo.


Moreno, que usa uma cadeira de rodas desde que foi baleado em um assalto em 1998, prometeu ampliar os benefícios sociais para mães solteiras, pensionistas e portadores de necessidades especiais equatorianos, enquanto é mais conciliador que Correa.

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