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Polícia colombiana espera que cúpula da Interpol melhore segurança mundial

Internacional|Do R7

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Ricardo Maldonado Roço. Cartagena (Colômbia), 20 out (EFE).- O diretor da polícia da Colômbia, general Rodolfo Palomino, mostrou neste domingo sua confiança de que na 82ª Assembleia Geral da Interpol, que começará amanhã em Cartagena, seja possível chegar a compromissos que se traduzam em uma maior segurança mundial. "A cooperação resulta vital para o êxito na necessidade de conter de maneira efetiva delitos de ordem transnacional", disse Palomino. Entre eles destacou o tráfico de drogas, de armas, de pessoas e de órgãos, mas também novas formas de delinquência, como o comércio ilegal de telefones celulares roubados, que já começou a ultrapassar fronteiras nacionais. Palomino disse que na conferência que fará amanhã nesta assembleia sublinhará a necessidade de a Interpol se manter como referência das atuações policiais para responder a uma delinquência "que se transforma, que em muitas oportunidades se antecipa aos organismos de segurança". Ele também convidará a comunidade internacional a avançar na profissionalização dos serviços da polícia para oferecer cada vez mais segurança aos cidadãos. A Colômbia vai explicar como está agindo com base nas experiências adquiridas em matéria de combate ao delito transnacional e "o que esperaríamos poder seguir fazendo com os demais países". A Assembleia Geral da Interpol, que será inaugurada pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e que vai até a próxima quinta-feira, tem como lema "Interpol: 190 países, uma mesma meta por um mundo mais seguro". Durante estes quatro dias especialistas em segurança mundial e líderes policiais dos 190 países-membros da Interpol analisarão em reuniões privadas diferentes tipos de crimes como o tráfico de drogas e de armas, o terrorismo, o tráfico de ilícitos, de pessoas e a segurança nas fronteiras. Amanhã, depois da inauguração, será revisado o relatório anual da organização e analisado o panorama estratégico e operacional mundial, assim como a luta contra a evolução das ameaças criminosos, entre elas o uso de redes obscuras e os crimes cibernéticos. Um contingente de 2.500 policiais adicionais vai fazer a segurança de Cartagena durante a Assmebleia. O dispositivo de segurança inclui também sete helicópteros, quatro deles não tripulados, uma equipe de especialistas em agentes químicos, biológicos e nucleares, cães farejadores de explosivos, controles nas redes de águas e esgoto da cidade e "provas de vulnerabilidade e confiabilidade" dos empregados dos hotéis. Palomino ressaltou que a escolha da Colômbia como sede "é o reconhecimento de um esforço do governo, de Estado, que se traduziu em importantes resultados" na luta contra todas as formas de crimes. "A Colômbia hoje se mostra para o mundo como um país que avança em competitividade, um país onde investir não somente é uma possibilidade mas uma certeza de sucesso", concluiu. EFE ric/cd (foto) (vídeo)

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