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Polícia do Rio detém dois colombiados acusados de roubar residências de luxo

Internacional|Do R7

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Rio de Janeiro, 14 out (EFE).- Dois colombianos foram detidos nesta segunda-feira e outros cinco citados em uma delegacia do Rio de Janeiro no marco de uma investigação policial sobre um grupo que roubava residências de luxo em diferentes cidades do Brasil, incluindo a do jogador argentino Darío Conca, informaram fontes oficiais. Segundo as autoridades, os colombiados detidos foram identificados como Eyber Muriel Cardona e Alessander Muñoz Botero. Os sete colombianos são suspeitos de fazer parte de uma organização especializada em roubar apartamentos em bairros nobres do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, explicou em entrevista coletiva Alexandre Magalhães, delegado da Polícia Civil responsável da operação. O grupo criminoso aparentemente utilizou o produto dos roubos para oferecer empréstimos pelos quais cobrava taxas de juros exorbitantes, por isso que também poderá ser acusado de agiotagem, segundo o delegado. Uma das possíveis vítimas do grupo foi o jogador argentino Conca (agora jogador do Guangzhou Evergrande, da China), disse Magalhães ao se referir ao roubo de cerca de US$ 150 mil que o então jogador do clube Fluminense sofreu no apartamento em que vivia na Barra de Tijuca, no Rio de Janeiro. Entre as vítimas também estariam juízes, empresários e outros esportistas. "No último ano, registramos 11 imóveis do Rio de Janeiro que foram furtados da mesma forma", segundo Magalhães. "Depois que identificamos os furtos, descobrimos a atividade de agiotagem. Entre as vítimas desta prática figuram muitos estrangeiros, principalmente colombianos", afirmou o delegado. Eyber Muriel Cardona e Alessander Muñoz Botero, os colombianos detidos em suas residências no centro do Rio de Janeiro e no bairro de Vila Isabel, foram identificados graças às gravações das câmaras de vídeo dos edifícios em que foram registrados os roubos. Ambos aparecem em diferentes imagens usando roupas esportivas e se passando por pessoas que vivem nos locais. Nas residências dos dois foram encontrados documentos com listas e dados de pessoas que fizeram os empréstimos, assim como panfletos nos quais oferecem crédito a pessoas sem fiador. Os membros da organização serão processados pelos crimes de furto qualificado, formação de quadrilha, agiotagem e lavagem de dinheiro já que parte dos roubos supostamente foi usada na abertura de um curso de espanhol. EFE cm/ff

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