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Policial jordaniano mata dois norte-americanos e um sul-africano em local de treinamento

Internacional|Do R7

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Por Suleiman Al-Khalidi

AMÃ (Reuters) - Um policial jordaniano matou a tiros dois prestadores de serviço do governo norte-americano, um treinador sul-africano e dois jordanianos em uma instalação de treinamento financiada pelos Estados Unidos próxima de Amã, nesta segunda-feira, antes de ser morto em uma troca de disparos, disseram autoridades.


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou estar encarando o ataque no Centro de Treinamento Rei Abdullah – durante o qual três jordanianos e um cidadão libanês ficaram feridos – muito seriamente, e que uma investigação completa estava em andamento.

O histórico e os motivos do atirador não ficaram claros de imediato, mas a Jordânia é aliada ferrenha dos EUA na campanha de Washington contra militantes do Estado Islâmico, que ocupam territórios na Síria e no Iraque, uma posição que autoridades jordanianas dizem deixar o país vulnerável a atentados jihadistas.


"Este incidente, infelizmente, não chega a ser uma surpresa, já que a ameaça do terrorismo islâmico só aumentou na região nos últimos anos na esteira da Síria e do Iraque. Por mais que medidas preventivas tenham sido tomadas, é impossível erradicar todos os riscos", declarou um funcionário de primeiro escalão da Jordânia pedindo anonimato por razões políticas.

O atirador era um capitão da polícia e cotreinador no centro, disse uma importante autoridade jordaniana à Reuters. A identidade e detalhes sobre o passado do agressor não foram divulgados de imediato.

A embaixada norte-americana em Amã informou que dois prestadores de serviços de segurança civis de seu país e um prestador de serviço sul-africano foram mortos a tiros, e que um dos jordanianos mortos era um tradutor.

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