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Presidente colombiano ordena investigação de escutas ilegais nas negociações com as Farc

Ministério Público colombiano investiga o caso 

Internacional|Do R7

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Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia
Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ordenou nesta terça-feira (04), a investigação de supostas escutas ilegais que sua equipe de negociadores estaria sofrendo no curso do processo de paz com a guerrilha das Farc. Santos classificou essas escutas de totalmente inaceitáveis e destinadas a frustrar os diálogos de paz.

"A informação que surgiu de que estavam investigando funcionários do Estado, especificamente os negociadores de paz em Havana, é totalmente inaceitável", afirmou.


O Ministério Público colombiano já está investigando o caso denunciado hoje pela imprensa nacional.

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Em uma declaração à imprensa depois de reunir-se com o Ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, Santos acusou "as forças obscuras que estão tentando sabotar o processo de paz".

Segundo a revista Semana, setores do Exército colombiano teriam instalado em 2012 um escritório para interceptar ilegalmente as comunicações de diversas personalidades, entre elas, os negociadores nos diálogos de paz realizados em Havana, Humberto de la Calle, Sergio Jaramillo e Alejandro Eder.


O governo Santos e a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia começaram em novembro de 2012 conversações de paz, visando o fim do conflito armado que já dura meio século.

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