Prisão preventiva do ex-presidente do Egito é renovada por 30 dias
Mursi é acusado de conspirar com o grupo islâmico-palestino Hamas
Internacional|Do R7

Um tribunal egípcio decidiu neste domingo (13) renovar por 30 dias a prisão preventiva do presidente deposto, Mohammed Mursi, no caso relativo à sua fuga de um presídio durante a revolta popular de 2011 que derrubou Hosni Mubarak.
Segundo a agência estatal de notícias Mena, a Corte de Apelações do Cairo pediu à Procuradoria Geral que investigue o fato. Mursi foi acusado de conspirar com o grupo islâmico-palestino Hamas.
As primeiras investigações judiciais revelaram que membros do Hamas, do grupo xiita libanês Hezbollah e da Irmandade Muçulmana se coordenaram com beduínos no Sinai para invadir prisões e libertar os presos que pertencem a estas organizações, inclusive o presidente deposto.
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Esse suposto plano começou no dia 25 de janeiro de 2011, aproveitando a revolução, quando pessoas atacaram policiais no Sinai para preparar a entrada, por meio de túneis, de pessoas de fora do Egito. Entre os presos libertados estavam vários dirigentes da Irmandade Muçulmana, inclusive Mursi, que tinham sido detidos dois dias antes sob a acusação de tentar tomar o poder no país.
Mursi, deposto pelo Exército no último dia 3 de julho, enfrenta outras acusações e começará a ser julgado no dia 4 de novembro por seu suposto envolvimento na morte de manifestantes.
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