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Professor sobrevive à tragédia do mergulho em Maldivas, diz jornal

Expedição resultou na morte de cinco pessoas durante a exploração de cavernas subaquáticas a uma profundidade de cerca de 50 metros

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma expedição de mergulho nas Maldivas resultou na morte de cinco pessoas.
  • Stefano Vanin, professor de Zoologia, foi o único sobrevivente e está em boas condições.
  • A Universidade de Gênova informou que o mergulho em águas profundas não estava autorizado na missão científica.
  • As buscas pelas vítimas estão sendo dificultadas por condições climáticas adversas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Stefano Vanin é professor de Zoologia da Universidade de Gênova e estava a bordo do navio envolvido na expedição Reprodução/Linkedin/stefano-vanin

Uma pessoa sobreviveu à tragédia nas Maldivas durante uma expedição de mergulho que resultou na morte de cinco pessoas. O grupo tentou explorar cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu a uma profundidade de 50 metros.

Stefano Vanin, professor de Zoologia da Universidade de Gênova, estava a bordo do Duke of York, um navio envolvido na expedição científica ao Atol de Vaavu. Segundo o portal de notícias local Tviweb, da região do Vêneto, na Itália, o sobrevivente está abalado, mas em boas condições físicas. A universidade confirmou a informação e disse que está em contato com o professor.


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De acordo com a imprensa italiana, os mergulhadores saíram para mergulho na manhã de quinta-feira (14) e foram dados como desaparecidos no início da tarde, quando não retornaram à superfície. A tripulação da embarcação, então, notificou o desaparecimento do grupo.

A Universidade de Gênova disse que a missão científica autorizada incluía apenas atividades de superfície ou mergulho com snorkel, e não mergulho em águas profundas, que era considerado de alto risco e não estava incluído no projeto oficial.


Entre os exploradores estavam membros da instituição, como a professora Monica Montefalcone, sua filha e estudante Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado em biologia Federico Gualtieri. A quinta pessoa era um instrutor de mergulho identificado como Gianluca Benedetti.

Não há informações do motivo de Vanin não ter feito o mergulho junto com os demais exploradores.


Desde setembro de 2019, Vanin dá aulas na universidade, onde dirige o laboratório FLEA (Laboratório Forense de Entomologia e Arqueologia). Ele é um dos maiores especialistas em entomologia forense da Itália e colabora em inúmeros casos de repercussão nacional desde 1997, tendo também desenvolvido, ao longo dos anos, estudos em arqueoentomologia funerária e cronobiologia de insetos, segundo o Tviweb.

As buscas pelas vítimas estão sendo dificultadas pelas condições climáticas adversas, com ventos fortes e mar agitado prejudicando o trabalho dos mergulhadores que exploram uma caverna localizada a aproximadamente 60 metros de profundidade, considerada pouco conhecida até mesmo pelas autoridades locais.


Até a tarde desta sexta-feira (15), um corpo havia sido recuperado enquanto outros quatro estão desaparecidos.

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