Análise: Hezbollah é grande desafio para negociações de paz entre Líbano e Israel
Grupo terrorista ‘simplesmente ignora o que está sendo negociado’, afirma especialista em segurança e estratégia
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Com o cessar-fogo acordado até então prestes a ser encerrado neste domingo (17), representantes libaneses e israelenses se reuniram novamente na Casa Branca, em Washington, durante a quinta-feira (14), para outra rodada de negociações. O fim do conflito no Líbano é uma das condições iranianas para encerrar a guerra.
Segundo autoridades norte-americanas, as conversas tiveram resultados positivos; contudo, durante o encontro, Israel realizou bombardeios em território libanês. Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia, explicou que os ataques servem como retaliação pelo aumento no número de baixas do exército israelense.

No Conexão Record News da sexta-feira (15), ele apontou que 17 soldados do país foram mortos ao longo das últimas semanas. “Isso, para Israel, é pesado”. Estratégias de guerrilha utilizadas pelas forças terroristas do Hezbollah, que possui uma forte presença no Líbano, foram responsáveis pelas mortes dos soldados e, consequentemente, pelo aumento dos bombardeios.
Apesar da vontade que as autoridades locais possuem em contribuir para as negociações, o domínio dos terroristas acaba por prevalecer: “Ele (o governo) não tem controle sobre o Hezbollah e o Hezbollah já falou que não aceita as negociações. [...] Eles simplesmente ignoram o que está sendo negociado”.
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