Logo R7.com
RecordPlus

Psicólogo de Maradona diz que astro tinha transtorno bipolar e era narcisista

Julgamento está examinando se os membros de sua equipe médica e de atendimento têm responsabilidade criminal por sua morte

Internacional|Da Reuters

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Psicólogo afirma que Diego Maradona tinha transtorno bipolar e narcisismo durante julgamento de sua morte.
  • Carlos Diaz é acusado de homicídio culposo por prescrever a medicação errada ao ex-jogador.
  • Diaz comentou sobre a relação de Maradona com o álcool e sua intenção de mudar de estilo de vida.
  • O julgamento investiga a responsabilidade criminal da equipe médica pela morte do astro do futebol.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Psicólogo explica papel do álcool e tratamento proposto para o ícone argentino Santiago Pandolfi/Reuters - 28.03.2009

Um psicólogo acusado no julgamento da morte de Diego Maradona disse a um tribunal argentino na quinta-feira que o astro do futebol tinha transtorno bipolar e era narcisista, e precisava de um plano de tratamento sem álcool, informou a mídia argentina.

Carlos Diaz, 34 anos, está enfrentando a acusação de homicídio culposo por prescrever a medicação errada. Ele é um dos sete réus acusados de responsabilidade criminal na morte do ex-capitão e técnico da seleção argentina.


Leia Mais

“Havia transtorno bipolar e narcisismo”, disse Diaz, segundo o jornal El Clarín, no julgamento em Buenos Aires. “Ele podia deixar um país de joelhos, mas um copo de álcool podia deixá-lo de joelhos.”

Diaz disse que conheceu Maradona em 26 de outubro de 2020, 29 dias antes da morte do ex-jogador de futebol, e que Maradona estava bebendo vinho em um sofá na época, informou o La Nación Argentina.


“A primeira imagem me chocou porque ele era como meu pai, um alcoólatra, que havia morrido alguns meses antes”, disse o jornal citando Diaz.

Diaz disse ao tribunal que acreditava que Maradona queria mudar seu estilo de vida e baseou o tratamento do astro na abstinência de álcool, informou o El Clarín. Ele também disse que o relatório toxicológico mostrou que a vida de Maradona terminou após 23 dias sem uso de medicamentos.


O julgamento está examinando se os membros de sua equipe médica e de atendimento têm responsabilidade criminal por sua morte.

O neurocirurgião Leopoldo Luque, outro réu, também depôs na quinta-feira, dizendo que a hospitalização domiciliar de Maradona era apropriada e não tinha a intenção de funcionar como uma unidade de terapia intensiva, informou o El Clarín.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo.Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.