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Rajoy viaja para para participar de reunião do G20

Internacional|Do R7

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Madri, 5 set (EFE).- O chefe de Governo da Espanha, Mariano Rajoy, viaja nesta quinta-feira para São Petersburgo para participar da cúpula do Grupo do Vinte (G20) e lançar uma mensagem de confiabilidade na economia espanhola, ao considerar que ela superou a grave situação em que se encontrava há um ano graças às medidas adotadas e ao esforço de seus cidadãos. Rajoy irá à reunião do G20 acompanhado do ministro da Economia, Luis de Guindos, e além de participar das sessões da cúpula, terá reuniões com outros líderes, como a prevista com o anfitrião do evento, o presidente russo, Vladimir Putin. O presidente do Governo participa pela segunda vez de uma cúpula do G20 depois que no ano passado foi a Los Cabos (México), e a situação econômica da Espanha, segundo destacam fontes do Executivo, é bem diferente da qual existia então, quando se ventilava a possibilidade de que o país iria precisar do resgate da União Europeia. Rajoy advertirá que ainda resta muito a fazer e, por isso, proclamará o total compromisso da Espanha de continuar avançando no processo reformista e dar passos decisivos rumo à total superação da crise. Isso só se conseguirá quando a Espanha crescer economicamente e criar postos de trabalho, e Rajoy assegurará a seus colegas do G20 que o crescimento da economia virá muito em breve e que os dados de emprego dos últimos meses permitem ser otimistas perante a futura evolução do mercado de trabalho. O presidente do Governo evidenciará que, apesar das dificuldades que persistem, a melhoria não foi só da Espanha, mas de toda a UE, e como exemplo disso exporá que o euro já não está em interdição como ocorria quando no ano passado os líderes deste grupo de países desenvolvidos e emergentes se reuniram no México. Embora não faça parte da agenda da cúpula, a crise da Síria estará muito presente nela, e Rajoy defenderá o consenso da comunidade internacional através da ONU para adotar as medidas que se considerem oportunas perante o suposto uso de armas químicas por parte do regime de Bashar al Assad. EFE bb/ma

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