Reino Unido fecha embaixada no Iêmen durante 2 dias por ameaça terrorista
Internacional|Do R7
Londres, 3 ago (EFE).- O Reino Unido fechará amanhã e na próxima segunda-feira sua embaixada no Iêmen, como medida de precaução, e pediu aos seus cidadãos nesse país que o deixem por motivos de segurança, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores britânico. O governo também advertiu aos britânicos que estão no Iêmen que o Reino Unido terá dificuldades para retirá-los do país se a situação de segurança piorar. A advertência do Foreign Office, que pede que os britânicos não viajem ao Iêmen, foi divulgada depois do alerta de segurança emitido pelos Estados Unidos devido ao temor de ataques terroristas da rede Al Qaeda com a aproximação do fim do mês sagrado do Ramadã. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores britânico afirmou que "se você não deixar o país agora, enquanto ainda há voos das companhias aéreas comerciais, será bastante improvável que o governo consiga retirá-lo do país e consiga lhe oferecer assistência consular". "A situação no Iêmen continua instável, com distúrbios e enfrentamentos violentos contínuos. Ainda existe a ameaça de uma escalada da violência", acrescentou a nota. O Ministério recomendou aos britânicos que estão no Iêmen que contem com proteção de segurança se precisarem se locomover pelo país. "Há uma alta ameaça terrorista em todo o Iêmen. Os terroristas continuam ameaçando com novos ataques", disse o comunicado, em que também alerta sobre possíveis sequestros por parte dos terroristas. As embaixadas britânicas no Oriente Médio reforçaram na sexta-feira sua segurança e monitoramento como precaução após o alerta mundial emitido pelos Estados Unidos. O Foreign Office informou ontem que atualizou o alerta de viagem para Arábia Saudita, Omã, Catar, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Iraque depois do aviso americano. O próximo domingo é um dia útil nessas nações e o governo americano considera a possibilidade de ataques do grupo terrorista nos países do Oriente Médio e norte da África. EFE vg/rpr














