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Renzi aceita "com reservas" incumbência de formar governo

Internacional|Do R7

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Roma, 17 fev (EFE).- O secretário do Partido Democrata (PD), Matteo Renzi, de 39 anos, aceitou nesta segunda-feira "com reservas" a incumbência do chefe de Estado, Giorgio Napolitano, de formar um governo na Itália, informou a presidência da República. Isto significa que Renzi levará um tempo para realizar suas consultas com outras forças políticas que entrarão na coalizão e posteriormente se encontrará novamente com o presidente para dar sua resposta definitiva Após o anúncio da missão por parte do secretário-geral da presidência da República, Donato Marra, o próprio Renzi deu uma entrevista no Palácio do Quirinale, sede da Chefia do Estado, e afirmou que colocará todo seu "compromisso e energia" para resolver esta "difícil situação". Como previsto, Renzi anunciou que começará uma rodada de consultas "formais e oficiais com todas as forças políticas", que poderão durar vários dias. Renzi disse que após as consultas com Napolitano surgiu o desejo de alguns partidos de que o próximo Executivo termine a legislatura, que se encerra em 2018, para que as reformas que o país necessita possam ser feitas. "Sei que fora daqui se percebe a urgência da criação de um governo, mas acho que se o horizonte é uma legislatura completa serão necessários dias para se chegar a uma conclusão", disse o prefeito de Florença. "É fundamental que todas as forças políticas que conformarão a maioria sejam conscientes das próximas fases", acrescentou. Além disso, Renzi destacou que o compromisso de seu governo será o de terminar em fevereiro as discussões sobre a nova lei eleitoral e as reformas constitucionais, em março se ocupar do tema do trabalho, em abril das instituições públicas e em maio da questão dos impostos. O líder do PD deixou claro que sua grande preocupação é resolver o problema do desemprego que afeta "sua geração". Renzi viajará hoje para Florença para apresentar sua renúncia como prefeito da capital da região da Toscana e as rodadas de consultas começarão amanhã. EFE ccg/dk

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