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Representante comercial dos EUA diz que decisão final sobre tarifas será anunciada em breve

Segundo Jamieson Greer, países ainda discordam sobre práticas comerciais; prazo para definir imposição de taxa é 15 de julho

Internacional|Do R7, com Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, anunciou que a decisão sobre tarifas sobre importações brasileiras será anunciada em breve.
  • Os EUA têm até 15 de julho para divulgar a decisão final, em meio a desacordos comerciais com o Brasil.
  • Em junho, os EUA propuseram uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros devido a práticas comerciais consideradas desleais e desmatamento ilegal.
  • O governo dos EUA baseia suas acusações na Seção 301, que permite retaliações comerciais para abrir mercados a exportações e investimentos americanos.

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'Temos tentado negociar, [mas] ainda há uma grande distância entre nós', diz Jamieson Greer Evan Vucci/ Reuters - 09.07.2026

O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que uma decisão acerca das tarifas norte-americanas sobre as importações brasileiras será tomada muito em breve. O advogado destacou, porém, que os dois países ainda estão em desacordo quanto às práticas de comércio.

“Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma grande distância entre nós, então vocês verão uma decisão final muito em breve sobre o Brasil, pois temos um prazo legal que vence em 15 de julho”, disse Greer em entrevista à Fox Business Network.


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Tarifa de 25%

Em junho, os Estados Unidos divulgaram que pretendem propor uma tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil. Entre os motivos apontados estão a adoção de práticas de comércio “desleais” no ambiente digital e o desmatamento ilegal.

O escritório de representação comercial do país norte-americano (USTR, na sigla em inglês) justificou que algumas iniciativas e políticas adotadas no Brasil seriam “irracionais”, argumentando que elas sobrecarregam e restringem o comércio daquela nação.


Para sustentar as acusações, o governo dos EUA se baseou na Seção 301 da legislação norte-americana, que prevê a adoção de retaliações comerciais como instrumento unilateral de pressão para a abertura de mercados a exportações e investimentos do governo estadunidense.

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