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Rubio diz que Trump quer ‘novo capítulo’ e parceria direta dos EUA com Cuba

Governo americano oferece R$ 502 milhões em ajuda humanitária, com distribuição por entidades independentes

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Marco Rubio afirma que o governo Trump está preparado para uma nova abordagem com Cuba.
  • Nova relação deve ser diretamente com o povo cubano, sem a intermediação do governo local.
  • Rubio acusa a elite militar de controlar 70% da economia cubana e desviar recursos públicos.
  • Trump propõe US$ 100 milhões em ajuda humanitária, com controle independente sobre a distribuição.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rubio também defendeu uma abertura econômica e política em Cuba Evan Vucci/Reuters - 14.05.2026

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou, nesta quarta-feira (20), que o governo Donald Trump está “pronto para abrir um novo capítulo” na relação com Cuba e ofereceu uma “nova parceria” diretamente ao povo cubano, sem intermediação do governo da ilha.

Em discurso direcionado aos cubanos publicado em espanhol no X, Rubio atribuiu a crise econômica e energética do país à elite militar que controla a economia local.


Segundo Rubio, os apagões, a escassez de combustíveis e a falta de alimentos não decorrem do embargo americano, mas da atuação do Gaesa (Grupo de Administração Empresarial SA), conglomerado empresarial ligado às Forças Armadas cubanas.

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“Hoje, Cuba não é controlada por nenhuma revolução. Cuba é controlada pela Gaesa, um Estado dentro do Estado”, afirmou.


O secretário acusou a companhia, fundada há 30 anos por Raúl Castro, de controlar cerca de 70% da economia cubana e possuir US$ 18 bilhões (cerca de R$ 90 bilhões, na cotação atual) em ativos.

Rubio pontuou que a elite dirigente desvia recursos públicos para hotéis, negócios privados e luxo no exterior, enquanto a população enfrenta dificuldades diárias.


Rubio afirmou que Trump propõe uma “nova relação entre Estados Unidos e Cuba”, mas ressaltou que ela “tem de ser diretamente com o povo cubano, não com a Gaesa”.

Como parte da iniciativa, anunciou a oferta de US$ 100 milhões (cerca de R$ 502 milhões, na cotação atual) em alimentos e medicamentos que, segundo ele, deverão ser distribuídos por entidades independentes, como a Igreja Católica, para evitar controle estatal.


O secretário também defendeu uma abertura econômica e política em Cuba, citando a possibilidade de cidadãos comuns serem donos de empresas, bancos, veículos de comunicação e participarem de eleições livres.

“Estamos prontos para abrir um novo capítulo na relação entre nossos povos e nossos países”, declarou.

Rubio acrescentou que “a única coisa que atualmente impede um futuro melhor são aqueles que controlam o país”.

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