Rússia tenta minar solidariedade à Ucrânia por meio de guerra informacional, diz especialista
Dinamarca acusou Moscou de preparar sabotagens contra a indústria de defesa do país
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
A Dinamarca acusou a Rússia de preparar sabotagens contra a indústria de defesa do país. Segundo o chefe de contraespionagem, Emil Graesholm, os serviços de segurança russos tentam recrutar dinamarqueses completamente normais. As missões podem consistir, por exemplo, em tirar fotos, examinar e informar sobre as condições de acesso e de segurança ao redor de uma instalação.
Desde 2024, a Dinamarca afirma que a ameaça russa aumentou devido ao seu apoio à Ucrânia. O país não é o único aliado de Kiev que acusa Moscou de interferência. Nesta semana, a Alemanha também acusou a Rússia de ações contra o país. O principal representante diplomático russo foi convocado pela União Europeia.
Veja Também
“A Rússia tem feito esse trabalho, chamado de ‘shadow wars’. São guerras nas sombras em que espiões, forças especiais e hackers usam a liberdade de comunicação que nós temos no Ocidente para solapar a integridade da sociedade, os valores da sociedade, e solapar uma solidariedade, seja ao governo local, seja à Ucrânia, por exemplo”, afirma Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional, em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (3).
Segundo Cabral, essa atitude russa faz parte de uma guerra cognitiva e informacional, cujo objetivo é, principalmente, minar a solidariedade à Ucrânia e mostrar que a Rússia briga pelos verdadeiros valores europeus. “Eles [russos] amplificam a situação para criar antagonismos internos”, diz.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!














