Saiba como os EUA vão reforçar a segurança após atentado para receber o rei Charles
Operação envolve vigilância aérea, agentes especializados e ajustes pontuais em agenda diante de riscos elevados
Internacional|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os Estados Unidos mobilizaram um amplo esquema de proteção em Washington para garantir a segurança do rei Charles 3º, do Reino Unido, durante sua visita oficial, que se inicia nesta segunda-feira (27), poucos dias após um ataque a tiros que teve como alvo o presidente Donald Trump.
A operação é coordenada pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos, que lidera a estratégia com apoio de forças britânicas. O reforço ocorre após o episódio violento registrado durante um jantar oficial, quando disparos provocaram a retirada imediata de Trump e da primeira-dama do local.
LEIA MAIS:
Segundo especialistas, o nível de segurança foi elevado em relação ao planejamento original. Entre as medidas adotadas estão a presença de atiradores de elite, sistemas de bloqueio contra drones e equipes de resposta rápida posicionadas em pontos estratégicos ao redor da Casa Branca.
Unidades de elite como a Delta Force também podem ser acionadas em caso de emergência. A preocupação principal das autoridades é com possíveis ataques de agressores isolados, os chamados lobos solitários, considerados uma das maiores ameaças em eventos com exposição pública.
Apesar das preocupações, a visita foi mantida após reuniões de última hora entre autoridades britânicas e americanas. As mudanças na programação foram descritas como limitadas, com ajustes operacionais para reforçar a proteção sem comprometer os compromissos oficiais.
O rei, de 77 anos, viajará acompanhado por sua própria equipe de segurança, ligada à Polícia Metropolitana de Londres. Ainda assim, a responsabilidade principal pela operação permanece com os Estados Unidos, que coordenam as ações em território americano.
Durante a agenda, estão previstos eventos públicos e privados, incluindo compromissos na Casa Branca e atividades em Nova York. Nessas ocasiões, o controle de acesso e a vigilância serão intensificados.
Entre os recursos previstos está o uso da limusine presidencial The Beast, projetada para resistir a explosões, disparos à queima-roupa e ataques químicos. O transporte do monarca seguirá protocolos rigorosos desde sua chegada ao país.
O atentado recente elevou o nível de alerta das autoridades. O suspeito, Cole Tomas Allen, foi detido após abrir fogo nas proximidades do evento oficial, deixando um agente ferido e provocando forte reação das forças de segurança.
Autoridades americanas classificaram a resposta ao ataque como eficaz, afirmando que o sistema funcionou ao neutralizar rapidamente a ameaça. Já especialistas apontam que o episódio evidenciou vulnerabilidades e reforçou a necessidade de ações preventivas mais robustas.
Tensões entre EUA e Reino Unido
A visita ocorre em meio a tensões diplomáticas entre Estados Unidos e Reino Unido relacionadas ao conflito no Irã, o que aumentou a pressão política e levou a pedidos de cancelamento da viagem. Ainda assim, o governo britânico optou por manter o compromisso.
Ao longo dos quatro dias de agenda, equipes de segurança atuarão com monitoramento constante e poderão realizar mudanças em tempo real caso novas ameaças sejam identificadas. Grupos avançados já trabalham na inspeção de locais e rotas.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp









