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Sudão do Sul rejeita libertar rebeldes para pôr fim a combates

Internacional|Do R7

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Por Aaron Maasho e Carl Odera

ADIS ABEBA/JUBA, 7 Jan (Reuters) - O Sudão do Sul rejeitou pedidos dos insurgentes de imediata libertação de alguns presos, depois que as duas partes se reuniram brevemente nesta terça-feira para buscar um acordo que ponha fim aos combates que deixaram o mais novo país do mundo à beira da guerra civil.


"Eles estão destruindo todo o processo", disse Yohanis Musa Pauk, porta-voz da delegação dos rebeldes leais ao ex-presidente Riek Machar, em declaração à Reuters em Adis Abeba, onde estão sendo realizadas as conversações.

"Mas nós não vamos partir (das conversações). Nós ainda temos esperança de que eles irão voltar à razão", disse ele depois que o governo recusou uma exigência básica dos rebeldes, de libertação de 11 aliados políticos de Machar que estão presos.


Os encontros na vizinha Etiópia têm como objetivo chegar a um cessar-fogo para encerrar três semanas de violência, durante as quais pelo menos 1.000 pessoas foram mortas e 200.000 tiveram de abandonar suas casas.

Os combates, em geral com base em origem étnica, envolvem as forças do Exército, do presidente Salva Kiir, e os rebeldes leais a Machar.

(Reportagem adicional de Adrian Croft e da Reuters TV em Bruxelas)

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