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Tribunal mantém sentença de 50 anos a ex-presidente da Libéria por crimes contra a humanidade

Violações incluíam assassinatos, estupros e recrutamento de crianças como soldados

Internacional|Do R7

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Combatentes pró-Charles Taylor em Ganta, a 240 km da capital do país, Monróvia
Combatentes pró-Charles Taylor em Ganta, a 240 km da capital do país, Monróvia

A sala de apelação do TESL (Tribunal Especial para Serra Leoa) confirmou nesta quinta-feira (26) a sentença de 50 anos de prisão para o ex-presidente da Libéria Charles Taylor por crimes de guerra e contra a humanidade durante a guerra civil no país africano.

"A sentença emitida em primeira instância é justa e razoável e será aplicada de maneira imediata", disse o juiz durante a leitura da sentença, segundo a qual Taylor não demonstrou arrependimento "sincero" pelos crimes cometidos durante 1991 e 2002, período que durou o conflito na Libéria.


Entre os delitos que Taylor foi considerado cúmplice estão assassinatos, estupros de meninas e mulheres e o recrutamento de crianças como soldados, que também eram frequentemente utilizadas como escravas para extrair diamantes.

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