Logo R7.com
RecordPlus

TSE de Honduras declara vitória de Hernández como "irreversível"

Internacional|Do R7

  • Google News

Tegucigalpa, 25 nov (EFE).- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de Honduras declarou nesta segunda-feira que o candidato governista à Presidência do país, Juan Orlando Hernández, ganhou de forma "irreversível" as eleições, com 67% dos votos apurados. O quinto boletim de resultados parciais divulgado nesta segunda-feira pelo TSE, com 67% das urnas apuradas, coloca Hernández, do Partido Nacional, no primeiro lugar com 34,08% dos votos, seguido por Xiomara Castro, candidata do Partido Libertad y Refundación (Livre, de esquerda), com 28,92%. Apesar de o órgão eleitoral ainda não ter declarado oficialmente um vencedor, o presidente do TSE, David Matamoros, disse em rede nacional de rádio e televisão que os resultados divulgados até agora "refletem uma tendência que é irreversível". O presidente do TSE afirmou que "ainda não declaramos um ganhador ou perdedor, mas determinamos que com os números que já temos os resultados definitivos serão iguais". Hernández e Xiomara se autoproclamaram como vencedores no domingo, enquanto observadores internacionais, empresariais e políticos pediram aos candidatos que esperassem com paciência pelos resultados finais. O candidato governista disse nesta segunda-feira que "o triunfo não se negocia com ninguém porque é a vontade do povo hondurenho expressada nas urnas". O ex-presidente hondurenho e marido da candidata do Partido Libertad y Refundación, Manuel Zelaya, disse que ele e sua esposa não aceitam os resultados e convocou seus seguidores a defender a vitória de Xiomara "nas ruas". Na América Central, os governos de Nicarágua e Costa Rica já cumprimentaram a vitória de Hernández, enquanto Guatemala e El Salvador elogiaram o comportamento cívico dos hondurenhos, assim como também fizeram os Estados Unidos nesta segunda-feira. Nas eleições em Honduras, que transcorreram em paz, participaram nove partidos políticos, quatro deles surgidos após o golpe de Estado de 28 de junho de 2009 contra Zelaya, quando este promovia uma consulta popular para reformar a Constituição ignorando impedimentos legais. EFE ac/rpr

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.