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UE acredita que acordo sobre Síria fortalecerá solução política ao conflito

Internacional|Do R7

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Bruxelas, 14 set (EFE).- A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Catherine Ashton, declarou neste sábado que o acordo alcançado entre Estados Unidos e Rússia para desmantelar as armas químicas sírias deverá estreitar o caminho em direção a uma solução política ao conflito. "Celebro o acordo conseguido hoje entre EUA e Rússia por garantir uma rápida e segura destruição das armas e do programa químico da Síria", indicou a alta representante europeia em comunicado. "Espero que o acordo de hoje estreite o caminho para o reatamento dos esforços em favor de uma solução política ao conflito sírio", completou. A chefe da diplomacia da UE também defendeu a necessidade do comunidade internacional apoiar a "rápida realização de uma conferência de paz sobre a Síria e de trabalhar unida para pôr fim ao sofrimento do povo sírio". Ashton destacou que as partes envolvidas estão comprometidas com a finalização dos detalhes do acordo e em remeter a minuta de uma decisão ao Comitê Executivo da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPCW, na sigla em inglês) nos próximos dias. "Isto sentará os procedimentos detalhados para a diligente destruição de material, o fim do programa de armas químicas e um processo de verificação rigoroso", indicou. Além disso, Ashton pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que "assuma sua responsabilidade acordando rapidamente uma resolução que dê mais autoridade a todo o processo". A chefe da diplomacia da UE também apoiou o pedido dos EUA e Rússia, no qual a Síria deve oferecer "direitos de acesso imediato e sem restrições para inspeção" de qualquer lugar tanto a OPCW e como a ONU, e celebrou o compromisso assumido pelas autoridades sírias de aderir de forma imediata a Convenção sobre Armas Químicas, uma base provisória antes que a nova medida entre em vigor. "Em estreita coordenação com seus Estados-membros, a UE está disposta a oferecer mais apoio à OPCW desenvolver sua importante e urgente tarefa", concluiu a alta representante comunitária. EFE rja/fk

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