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UE termina primeiro dia de cúpula sem avanços sobre união econômica

Nas conclusões se destaca "a dimensão social da união econômica e monetária, incluindo o diálogo social"

Internacional|Do R7

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Os Chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) concluíram na quinta-feira (13) seu primeiro dia de reuniões
Os Chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) concluíram na quinta-feira (13) seu primeiro dia de reuniões

Os Chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) concluíram na quinta-feira (13) seu primeiro dia de reuniões sem avanços substanciais sobre o roteiro que devem traçar para superar os problemas estruturais da economia europeia e avançar rumo à união econômica e monetária.

"Hoje, as discussões se centraram em como completar a união econômica e monetária", assinalou o presidente da Comissão Europeia (CE), José Manuel Durão Barroso, que ressaltou o valor das decisões adotadas previamente em referência à criação do supervisor bancário único e à seguinte parcela de ajuda decidida em favor da Grécia.


Barroso ressaltou que "não se esperavam decisões para hoje" e que no Conselho Europeu de junho de 2013 "haverá aspectos mais concretos". Nas conclusões finais da cúpula, os 27 países da UE sublinharam que a "união econômica e monetária tem de ser reforçada para assegurar o bem-estar econômico e social, da mesma forma que a estabilidade e a prosperidade sustentada".

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Apontaram ainda que as políticas econômicas "devem ser destinadas a promover um crescimento sustentável e forte, assegurar a disciplina fiscal, reforçar a competitividade e impulsionar o emprego, em particular o dos jovens".

Já o presidente do Conselho Europeu, o belga Herman Van Rompuy, destacou "o muito que a UE conseguiu em um ano", mas também admitiu que, apesar de "o pior ter ficado para trás, resta muito a fazer", e anunciou que na cúpula de junho de 2013 apresentará medidas "para acercar nossas políticas econômicas".


Nas conclusões da cúpula se destaca "a dimensão social da união econômica e monetária, incluindo o diálogo social", e também se preveem contratos em favor da competitividade e do crescimento, que seriam individuais e diferenciados segundo as situações específicas de cada Estado.

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