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Zuluaga reconhece derrota e felicita Santos como novo presidente da Colômbia

Internacional|Do R7

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Bogotá, 15 jun (EFE).- O candidato Óscar Iván Zuluaga, do movimento uribista Centro Democrático, reconheceu neste domingo sua derrota no segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia e parabenizou o atual governante, Juan Manuel Santos, como ganhador do pleito. "Devo, por convicção democrática em primeiro lugar, felicitar o presidente Santos por seu triunfo", disse Zuluaga a seus partidários em um centro de convenções de Bogotá. "Em meu coração não há ódios nem rancores", afirmou o candidato, assegurando que depois desta aventura eleitoral, na qual ficou cerca de 900.000 votos de Santos, vai continuar "sendo o filho da província que os quer muito". O candidato uribista, que obteve 45,04% dos votos contra 50,90% de Santos, disse que seu movimento perdeu "com altura e com integridade" e que isso se deve aos cerca de sete milhões de votos que recebeu, pelo qual assegurou: "Aqui seguimos nesta luta política por nosso país". "Sete milhões de colombianos cuja voz terá que ser escutada pelo novo governo", ressaltou. "Sinto-me muito orgulhoso de ter sido o candidato do uribismo à presidência da Colômbia", ressaltou Zuluaga após expressar sua "infinita gratidão" ao ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010), seu padrinho político, "por essa lição de compromisso e amor" pelo país. Segundo disse, seu esforço não termina com esta derrota, pois "amanhã será outro dia" e o Centro Democrático vai continuar lutando para cumprir as promessas que fez ao eleitorado. "Na política as pessoas são um acidente, o importante é que fiquem as instituições, que se valorize a democracia, que os partidos tenham canais de expressão", acrescentou. O ex-candidato esteve acompanhado, entre outros, por sua esposa Martha Ligia Martínez, seu companheiro de legenda à vice-presidência, Carlos Holmes Trujillo, e sua chefe de debate, a ex-candidata conservadora Marta Lucía Ramírez. Zuluaga foi recebido com uma ovação por seus seguidores e gritos de "Zuluaga, Zuluaga" e "Não mais Farc, não mais Farc", em alusão ao grupo guerrilheiro com o qual o governo negocia a paz. EFE joc/ma (foto) (vídeo)

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