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"Ajudar Não Dói": voluntários distribuem abraços em ação no metrô de BH

Grupo tem como objetivo estimular solidariedade entre as pessoas

Minas Gerais|Márcia Costanti, do R7

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Uma ação diferente promete movimentar o metrô de Belo Horizonte neste sábado (1º). Organizada por um grupo de voluntários, o objetivo da promoção passa longe de ter intuito comercial. Com o lema Abraçar Não Dói, os envolvidos pretendem trocar abraços com desconhecidos e contagiar o público com o espírito de solidariedade.

Thiago Gonçalves Vieira, de 32 anos, é um dos líderes do movimento Ajudar Não Dói, que está por trás da ação. Ele criou o grupo há cerca de um ano e, desde então, os integrantes têm se esforçado para estimular uma rede colaborativa de solidariedade. A ideia é ajudar, independente do que for necessário. O projeto já tem uma página no Facebook e conta com cerca de 2.000 curtidas.


—Eu sempre liderei grupos de jovens e quando saí não quis perder este lado social. Então chamei alguns amigos meus e a gente viu que a demanda de pessoas que querem ajudar, mas não sabem onde e como, é grande. Criamos um movimento nosso que tem como intuito encontrar, praticar e fazer o bem.

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Desde que foi criado, o Ajudar Não Dói já atuou em diversos projetos, desde ações em orfanatos e asilos até a realização do “rapel solidário”, que se transformou em uma marca do movimento.

—Um dos nossos voluntários é bombeiro e ele consegue disponibilizar toda a logística da ação para descer com as pessoas de rapel na ponte do Belvedere. Quando o participante desce, indica uma instituição para ajudar.


Ainda conforme o criador do projeto, a ação no metrô visa não somente estimular a gentileza entre as pessoas, como também espalhar a ideia do Ajudar Não Dói.

— A gente quer passar credibilidade para quem quer conhecer [ o projeto], vai ter uma parte explicativa sobre o que é o movimento. Às vezes a gente só precisa de um abraço, então queremos levar esse sentimento, sem invadir a privacidade das pessoas, criar um clima bom que contagie aos voluntários e ao público.

Em Belo Horizonte, um grupo de voluntários ensina adultos a andarem de bicicleta:

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