Assalto à mão armada em agência de veículos leva cerca de R$ 100 mil em ouro em Contagem
Criminoso rendeu dono com revólver durante o almoço e fugiu com comparsa em moto; ação foi registrada por câmeras
Minas Gerais|Lucas Eugênio, da RECORD Minas.

Uma agência de venda de veículos foi alvo de um assalto à mão armada no início da tarde desta segunda-feira (27), no bairro Parque Xangri-Lá, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O proprietário do estabelecimento foi rendido dentro da loja e teve joias avaliadas em cerca de R$ 100 mil levadas por um criminoso armado. A ação, considerada agressiva pela polícia, foi registrada por câmeras de segurança.
De acordo com a Polícia Militar, acionada via Copom, a guarnição esteve no local e colheu os primeiros relatos. Segundo o dono da agência, identificado como Edson, ele estava no interior da loja quando foi surpreendido pelo autor, que já entrou com um revólver em punho e anunciou o assalto, ordenando que todos permanecessem em silêncio.
Ainda conforme a vítima, o suspeito direcionou a abordagem exclusivamente a ele, retirando diversos pertences pessoais de alto valor. Foram levados um cordão de ouro com cruz, dois braceletes — um em cada braço —, uma aliança mais grossa e outro anel, todos de ouro. Apesar da violência da abordagem, outros itens, como celulares e objetos da loja, não foram levados.
Imagens do circuito interno mostram o momento em que o criminoso aponta a arma diretamente para o rosto do proprietário, reforçando a gravidade da ação. Após recolher as joias, o assaltante deixou o local e embarcou em uma motocicleta que já o aguardava na porta do estabelecimento, conduzida por um segundo suspeito.
A dupla fugiu pela rua Cerro Azul, em direção à região da Pampulha. Segundo informações repassadas à polícia, a motocicleta seria uma Honda CG Titan ou Fan, de cor cinza ou prata, com rodas de raios e placa no padrão Mercosul. O autor que entrou na loja foi descrito como um homem negro, magro, de estatura mediana, com cabelo baixo, usando blusa de frio preta e verde com capuz e calça jeans clara. Já o comparsa utilizava blusa preta, capacete branco e também seria negro.
A agência, que funciona há cerca de um a dois anos, nunca havia sido alvo de crimes semelhantes, segundo o proprietário. Um boletim de ocorrência foi registrado, e equipes da Polícia Militar seguem em rastreamento para tentar identificar e localizar os suspeitos. As imagens de segurança devem auxiliar nas investigações.
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