Motoristas de ônibus de Belo Horizonte denunciam trabalho precário e jornada exaustiva
Falta de estrutura dos coletivos também contribuiu para o adoecimento da classe, segundo estudo do CEFET-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais)
Balanço Geral MG|Do R7
Um estudo do CEFET-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais) denuncia a precariedade do trabalho dos motoristas de ônibus em Belo Horizonte. Segundo dados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), os principais motivos que afastaram os motoristas do trabalho, na últimos anos, foram estresse, ansiedade e dor nas costas. A falta de estrutura dos ônibus também contribuiu para o adoecimento da classe, que chega a passar cerca de 5.000 mil marchas por dia.
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