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Costa-riquenhos se animam com campanha histórica no Mineirão

"Los Ticos" conheceram o gigante da Pampulha às vésperas da partida contra a Inglaterra

Minas Gerais|Enzo Menezes, do R7

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Diego Ávila (ao centro) se anima por ver a Costa Rica enfrentando todos os rivais de igual para igual
Diego Ávila (ao centro) se anima por ver a Costa Rica enfrentando todos os rivais de igual para igual

Nem o torcedor mais otimista imaginaria que a Costa Rica conheceria o Mineirão, nesta segunda-feira (23), com o status de líder do "grupo da morte". Pois o time do técnico colombiano Jorge Luis Pinto pisou no gigante da Pampulha, na véspera da partida contra a eliminada Inglaterra, com um misto de alívio e surpresa.

Os jogadores se abraçaram para uma oração próximo ao banco de reservas, ainda parecendo não acreditar no feito inédito. "Los Ticos" bateram os campeões Uruguai (3 a 1) e Itália (2 a 1) e encaram o English Team só para cumprir tabela.


Seleção desembarcou em BH na noite de domingo (22)
Seleção desembarcou em BH na noite de domingo (22)

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Do lado de fora do estádio, apenas três torcedores empunhavam bandeiras para demonstrar apoio. Bem diferente do dia anterior às partidas de Colômbia e Argentina em BH, onde o amarelo e o azul se espalhavam pela cidade. Mesmo assim, o otimismo se fazia notar.


O médico Diego Ávila, 30 anos, se emploga tanto que já acredita que a Costa Rica pode ganhar de qualquer seleção.

— Estamos sumamente emocionados, agradecidos a Deus pelo momento e por ver a equipe competindo a altura de qualquer rival. Quando saiu o 'grupo da morte', sabíamos que era difícil, mas tínhamos consciência de que era a oportunidade de mostrar que a Costa Rica tem bom futebol.


O time passou para as oitavas na Copa de 1990, ganhando de Escócia e Suécia, e perdendo para o Brasil. No mata-mata, caiu ante a Tchecoslováquia. Se ganhar da Inglaterra, portanto, será a primeira vez que o time da América Central vence todas as partidas da fase de grupos. O próximo desafio será passar para as quartas de final, algo inédito para um time da América Central.

Diego Ávila descreve a situação das ruas do país, que tem área equivalente ao Estado do Espírito Santo e 4 milhões de habitantes.


— O povo está louco. É inacreditável a festa. Impressionante ver como a camisa vermelha está em cada esquina. Somos um país que merecia esta alegria.

Do lado inglês, quem diria, nenhum torcedor na porta do Mineirão. Já eliminado, o time tenta ao menos ganhar uma vez em solo brasileiro antes de voltar para casa.

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