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Empresária diz que foi manipulada a passar empresa para pai de santo

Segundo investigações, homem prometia curar pacientes com câncer em troca de dinheiro e alegava que pagamento fazia parte de tratamento

Minas Gerais|Marina Avelar*, do R7, com Record TV Minas

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Empresária diz que foi vítima de estelionato
Empresária diz que foi vítima de estelionato

A empresária de Belo Horizonte que denunciou ter sido vítima de estelionato por parte de um "pai de santo" contou ao jornalismo da Record TV Minas que o homem teria manipulado-a a transferir sua empresa para o nome dele.

Kênya da Silva, que estava em tratamento contra um câncer, conta que o religioso prometeu a cura da doença. A mulher explica que colocou o homem como braço direto na empresa dela, já que não tem parentes próximos. Segundo as investigações do caso, o prejuizo do golpe pode ter chegado a R$ 480 mil.


— Ele me manipulou de uma forma, para colocar a empresa no nome dele, já que eu ficaria fragilizada por questão de radioterapia e quimioterapia - o que não deixa de ser verdade.

A suposta vítima do golpe ainda conta que no primeiro ano não teve problemas, uma vez que ela ficou ausente da firma e não checava as contas bancárias. A empresária precisou fazer uma viagem internacional e, quando retornou, se deparou com uma situação inesperada.


— Ele começou com calunia e difamação e trocou a fechadura da loja. Eu mandava mensagem, mas ele não me antedia. Ele me bloqueou em todas as redes sócias e falava que eu não era dona, que eu era funcionária e que eu havia roubado ele.

A empresária processou o suspeito por estelionato e diz que vai brigada na Justiça para reaver seu negócio. O caso está sendo investigado, mas até o momento não houve pedido de prisão contra o religioso.


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* Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento

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