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Greve de servidores da Prefeitura de BH afeta hospitais, escolas, coleta de lixo e assistência social

Segundo sindicato, BH Resolve está fechado e coleta é prejudicada na região hospitalar

Minas Gerais|Do R7

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Coleta não é realizada há quatro dias em parte do bairro Floresta
Coleta não é realizada há quatro dias em parte do bairro Floresta

A greve de servidores da Prefeitura de Belo Horizonte afeta o funcionamento de hospitais, postos de saúde, coleta de lixo e serviços de assistência social nesta quinta-feira (8). Segundo o Sindbel (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais), 80% da área de assistência social não funcionou hoje com a adesão de 400 trabalhadores.

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Os trabalhadores da limpeza urbana que são terceirizados assinaram acordo na quarta-feira (7) para voltar ao trabalho, mas os efetivos decidiram manter a paralisação. De acordo com o Sindbel, 30% dos servidores da SLU estão paralisados porque o acordo assinado com os contratados aumentou a disparidade salarial entre eles. Com isso, não há coleta de lixo na região hospitalar e no bairro Floresta, por exemplo.

O atendimento no Hospital Odilon Behrens e em diversas UPA´s é feito em escala mínima. Com a falta de funcionários, as filas se acumulam nas unidades. Estão fechados os centros de saúde São José Operário, Urucuia, Miramar e Felicidade I estão fechados.


Os funcionários da assistência social stão lotados em 23 CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), 7 CREAS (Centros de Referência Especializados de Assistência Social) e na própria secretaria, e oferecem serviços como vale-transporte, cesta básica, cadastro do Bolsa Família, gratuidade de documentos e atendimento a violação de direitos, entre outros. O BH Resolve também está fechado.

Os servidores pedem 15% de reajuste salarial, aumento do vale-refeição para R$ 28, fim das terceirizações e melhores condições de trabalho.


Balanço da Prefeitura

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que apenas 38% das escolas funcionaram hoje. Foram 7 unidades fechadas (4%) e 108 escolas parcialmente fechadas (57%). Entre as Umeis (educação infantil), 48 funcionaram normalmente (61%). Houve paralisação parcial em 28 (35%) e três (4%) não abriram.


A PBH negou o fechamento de unidades de saúde nesta quarta-feira (8). Para a prefeitura, 20% dos funcionários da saúde não trabalharam.

Segundo a administração, o reajuste proposto é de 5,56%, para cobrir a inflação de 2013 medida pelo INPC. Foram oferecidos 5,88% de reajuste do vale-alimentação a partir de outubro.

A própria reunião da Mesa de Negociação Sindical está marcada para o dia 12 de maio. Até lá, a previsão é de mais serviços públicos prejudicados por falta de acordo.

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