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Guarda Municipal de Belo Horizonte é morto com seis tiros em adega, na Grande BH

Wellington José de Araújo, de 44 anos, era integrante da banda de música da GM; motivação do crime ainda é um mistério

Minas Gerais|Ricardo Vasconcelos, da Record Minas

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Guarda Municipal de 44 anos estava em adega quando foi baleado Vinícius Rangel/ Da Record Minas

Um mistério cerca a morte do Guarda Municipal Wellington José de Araújo, de 44 anos, baleado pelo menos seis vezes, por volta de 23h desse sábado (15), em uma adega no bairro Londrina, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele era integrante da banda de música da GM da capital e estava de folga quando tudo aconteceu.

As informações constam no Boletim de Ocorrência e revelam que Wellington foi morto com o mesmo calibre da arma que portava, uma pistola calibre 9 milimetros. As autoridades não souberam informar se o guarda foi morto com a própria arma. O fato é que a pistola não estava no local do crime. Não há notícia se o armamento foi levado pelo atirador ou por outra pessoa. O suspeito do assassinato ainda não foi identificado e preso. A motocicleta de Wellington também não foi encontrada.


Motivação


A Polícia Civil, a Guarda Municipal e a Polícia Militar trabalham com várias linhas de investigação, incluindo motivação passional. O fato curioso nessa história, inclusive, relatado no Boletim de Ocorrência, é que cerca de uma hora antes da morte do GM, um rapaz de 19 anos também foi morto a tiros, a cerca de 500 metros de onde Wellington estava, no local conhecido como Invasão Rosa Leão.

As autoridades não confirmaram se a morte de Rafael Vinícius Alves Santos tem relação com a morte do GM. De acordo com a PM, o jovem tinha envolvimento com o tráfico de drogas, informação confirmada pela namorada da vítima, uma adolescente de 14 anos. Ela disse que estava com Rafael em casa e que havia ido ao banheiro, quando escutou os disparos e viu um homem correndo. A vítima chegou a ser socorrida para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.


Ainda de acordo com o Boletim de Ocorrência, Rafael foi morto com dois calibres diferentes, de uma pistola 380 e de uma 9 milimetros, o mesmo calibre da arma de Wellington.

A ocorrência envolvendo Wellington será investigada pela delegacia de homicídios de Santa Luzia. A Guarda Municipal de Belo Horizonte foi procurada pelo jornalismo da Record, mas ainda não se manitestou sobre o caso.


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