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Jovem que matou a tia é condenado a 16 anos de prisão

Crime ocorreu em outubro do ano passado em Ribeirão das Neves, na Grande BH

Minas Gerais|Do R7, com Record Minas

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Daniel Fernandes já tinha confessado o crime à polícia
Daniel Fernandes já tinha confessado o crime à polícia

Um jovem de 19 anos foi condenado nesta quinta-feira (8) a 16 anos e seis meses de prisão pela morta da própria tia. O crime ocorreu em outubro do ano passado, com requintes de crueldade.

Daniel Fernandes de Souza, de 19 anos, chegou escoltado por agentes penitenciários e foi hostilizados por parantes da vítima na porta do fórum. O julgamento ocorreu em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte.


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As testemunhas foram dispensadas pela defesa e pela acusação. Dos sete jurados sorteados, cinco eram mulheres. Daniel entrou no plenário sem demonstrar emoção e conversou bastante com o defensor público.

Diante do juiz, o rapaz assumiu ter matado a tia com um golpe de faca no pescoço e não mudou o depoimento dado à Polícia Civil. Das acusações, negou apenas a de corrupção de menores.


As investigações apontaram que Daniel contou com a ajuda da namorada, de 16 anos, para cometer o crime. O casal havia chegado há pouco tempo do Espírito Santo e era ajudado pelos tios. Quando matou a vítima o rapaz tinha acabado de completar 18 anos.

Sem arrependimento

Na delegacia, Daniel confessou ter planejado o crime e contou detalhes do assassinato. — Ela falava demais. Ela estava inventando mentira que eu ia matar ela, sendo que não tinha intenção de matá-la. O jovem aproveitou que o tio havia saído de casa para trabalhar e deixou mulher e filhos dormindo. Ele confessou que contou com a ajuda da namorada de 15 anos no crime. — Cheguei, pulei o portão e o abri para minha mulher entrar. Ela ia pegar a criança, porque achei que ela estava do lado da mãe. Mas ela não estava. Segundo o suspeito, ele acordou Maria Eunice Ferreira Lima Simões, de 38 anos, e a matou com uma facada do pescoço. — Eu falei bem assim: eu não ia te matar, mas você falou que eu ia, agora vou te matar. Antes dela morrer, ela gritou três vezes pelo marido dela.

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