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Juiz rejeita denúncias de tráfico de crianças contra abrigo em Contagem

Em carta, corregedor defende atuação do Lar Efatá, alvo de reclamações

Minas Gerais|Do R7

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Família acusa diretores de interesse na adoção de criança; Justiça defende instituição
Família acusa diretores de interesse na adoção de criança; Justiça defende instituição

A Associação Beneficente Efatá, abrigo destinado a crianças retiradas dos pais em Contagem, na Grande BH, teve as atividades defendidas pelo juiz corregedor Thiago França de Resende, da Vara da Infância e Juventude de Contagem. O lar foi alvo de denúncias de adoção ilegal e até tráfico de crianças na última semana.

O juiz afirma que "não se verifica a princípio qualquer irregularidade no abrigamento" e que a instituição é regularmente habilitada para receber menores em situação de risco social".


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Uma mulher de 48 anos denunciou nesta semana que tentava conseguir a guarda de três netos, albergados na casa, que teriam sido entregues para uma família de Goiás sem o devido processo legal. De acordo com o juiz Thiago de Resende, as crianças foram entregues a parentes paternos em Betim.


O Lar Efatá também abrigou a menina M.E. 4 anos, cujos pais adotivos perderam na Justiça o direito de adoção. Segundo Valbio Messias da Silva, 50 anos, que ganhou a guarda provisória, há documentos que provam o interesse dos responsáveis pelo abrigo em ficar com a criança.

Segundo o magistrado, no entanto, até hoje a denúncia não foi provada, "não registrando este juízo qualquer reclamação formal de irregula

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