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Mulher morre após passar por cirurgia plástica em Belo Horizonte

Procedimento foi feito em uma clínica no bairro Funcionários, na região Centro-Sul; Polícia Civil vai investigar o caso

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

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Mulher passou mal após procedimento estético
Mulher passou mal após procedimento estético

Uma mulher de 49 anos morreu após passar por uma cirurgia de lipoaspiração e abdominoplastia em uma clínica no bairro Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, nesta quinta-feira (24).

A mãe de Cláudia Barbosa Duarte relatou à PM (Polícia Militar) que o procedimento aconteceu na manhã desta quarta-feira (23).


A paciente ficou em observação na clínica e só começou a sentir dores no final do dia. Ela foi medicada por uma médica plantonista, mas as dores continuaram. Assustada com a situação, Cláudia teria se levantado abruptamente durante a madrugada e molhado o corpo.

O cirurgião responsável pela operação afirmou aos militares que a paciente passou pelos exames pré-operatórios que não indicaram impedimentos para o procedimento.


A Polícia Civil informou que vai abrir um inquérito para investigar o que causou a morte da paciente que não teve o nome revelado. Agentes da corporação já estiveram na clínica para colher as primeiras informações, acompanhados pela Polícia Militar.

No momento, uma irmã de Cláudia contou aos militares que desaconselhou a vítima a fazer a cirurgia, já que ela teria pressão alta. A mulher ainda relatou que o médico teria receitado para a paciente um medicamento para emegrecimento que deveria ser aplicado na barriga


A reportagem tenta contato com a direção do centro clínico onde a cirurgia foi realizada. "O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal André Roquette (IMLAR) onde será submetido a exames para apurar a causa da morte", concluiu a Polícia Civil.

Procurado, o CRM (Conselho Regional de Medicina) informou que tomou conhecido do caso pela impresa e que "apurará os fatos em procedimento administrativo, sem antecipar juízo de valor". "Todo o procedimento corre em sigilo, em conformidade com o Código de Processo Ético Profissional, tendo o médico amplo direito de defesa e ao contraditório", completou o órgão.

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