Logo R7.com
RecordPlus

PF investiga golpe de R$ 22 milhões em empréstimos na Caixa

Três gerentes do banco e um cartório estariam envolvidos nos crimes

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

  • Google News
Indícios da fraudes foram descobertos em auditoria interna do banco
Indícios da fraudes foram descobertos em auditoria interna do banco

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (18), em Belo Horizonte, uma operação que investiga uma quadrilha que aplicava golpes na obtenção de empréstimos e financiamentos imobiliários contra a Caixa Econômica Federal. Cerca de R$ 22 milhões teriam sido liberados em crédito, por meio fraudulento.

Leia mais notícias no Portal R7


Em nota, a Caixa informou que a operação, batizada de “Água Limpa”, foi iniciada a partir de indícios de fraudes levantados pela auditoria interna da própria instituição financeira e que foram encaminhados à PF. De acordo com a polícia, no esquema investigado, os estelionatários estariam celebrando contratos e empréstimos em nome de empresas de fachada. Sócios fictícios teriam sido inventados para essas firmas e os envolvidos nos golpes estariam apresentado certidões dos imóveis oferecidos em garantia, com averbações falsificadas.

Segundo a PF, estão sendo investigados três gerentes do banco e a participação de um cartório extrajudicial, nos quais foram reconhecidas as firmas de pessoas físicas inexistentes. Ainda de acordo com a polícia, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária, uma de condução coercitiva e cinco de busca e apreensão, além de bloqueios de contas bancárias e sequestro de bens imóveis.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de associação criminosa, estelionato, alienação fraudulenta de coisa própria, falsificação do selo ou sinal público, falsificação de documento público, falso reconhecimento de firma, uso de documento falso, inserção de dados falsos em sistemas, corrupção passiva e ativa, gestão fraudulenta, gestão temerária, fraude na obtenção de financiamento e lavagem de dinheiro, cujo somatório das penas chega a 100 anos.A Caixa informou que continua contribuindo integralmente com as investigações.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.