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Polícia pede prisão de 18 'playboys do tráfico' que vendiam ecstasy em festas

Jovens de classe média alta ostentavam bens comprados com o tráfico

Minas Gerais|Enzo Menezes, do R7

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Alisson de Freitas Neto é um dos investigados. Ele foi flagrado usando drogas até enquanto dirigia
Alisson de Freitas Neto é um dos investigados. Ele foi flagrado usando drogas até enquanto dirigia

A Polícia Civil concluiu o inquérito e pediu a prisão preventiva de 18 jovens de classe média alta investigados por tráfico de drogas sintéticas em festas de música eletrônica em Araguari, no Triângulo Mineiro.

Deles, 12 foram detidos provisoriamente, mas apenas um continua detido. Na última quarta-feira, o último foragido, Antônio Dornelas, o Titonho, foi preso.


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O delegado Fernando Storti investigou o grupo por cerca de seis meses e conseguiu apreender 2.100 comprimidos de ecstasy, além de motos e carros de luxo.

— A organização envolvia dois distribuidores em Uberlândia, que repassavam as drogas para venda em Araguari. A maioria é de família de classe média alta e tinha empregos lícitos durante a semana, mas vendia ecstasy em festas rave. Agora continuamos a investigação para perseguir o rastro da droga.


Cada comprimido era vendido por R$ 50 - somente a droga apreendida renderia cerca de R$ 100 mil.

Os indiciados são Aluisio de Souza Hilário, Guilherme Augusto Vieira da Silva, o Meleta, Antônio Dornelas, o Titonho, Eduardo Barreto, o Dudu da Maringá, Alisson de Freitas, Jean Carlos Perez, Elies Cardoso, o Shalon, o Marney Ferreira, Renato Machado, o Pastel, Rafael Salgado, o Bob, Adher Nascimento, o Bolinha, Lucas Dantas, Rafael Borges, o Maguei, Wender Araújo, o Gordin, Edgar Montenegro, Guilherme dos Santos, Leonardo da Silva e Luiz Gustavo Ura.

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