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Policiais encontram quinto suspeito de envolvimento na morte de casal em Araxá

Higor e Rafaela foram golpeados 120 vezes dentro de casa em Araxá

Minas Gerais|Do R7

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Yuri Borges estava escondido em Uberlândia
Yuri Borges estava escondido em Uberlândia

O quinto suspeito de envolvimento na morte do casal Higor Humberto Fonseca de Sousa, de 26 anos, e da mulher, Rafaela D'Eluz Giordani, de 21, foi preso nesta terça-feira (2) pela Polícia Civil.

Yuri Santiago Borges, de 22 anos, estava escondido em Uberlândia, a 178 km de distância de Araxá, no Alto Paranaíba, onde ocorreu o crime. Ele estava escondido em uma casa. O delegado responsável pelas investigações deve dar mais detalhes da prisão no fim da tarde.


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O empresário e a estudante de direito foram esfaqueados dentro de casa durante uma tentativa de roubo. Dois ex-funcionários de Higor Fonseca, que estão presos, deram informações sobre produtos de valor na mansão e fizeram o transporte dos criminosos. Dois adolescentes, também detidos, invadiram a casa com Yuri Borges e renderam as vítimas.

O empresário reagiu, tomou a arma de um dos bandidos e tentou atirar, mas o revólver teria falhado. Os três conseguiram imobilizá-lo e o esfaquearam 110 vezes. A estudante também foi amarrada e sofreu 12 golpes no pescoço. Yuri Borges teria comandado a ação criminosa.


O grupo fugiu com uma caminhonete S-10 das vítimas, que foi localizado em Uberaba, no Triângulo, cinco dias depois do crime. 

Daniel Coutinho, advogado do preso Igor Rafael de Paula Silva, 18 anos, mecânico que trabalhou para a vítima, diz que o cliente não sabia que se tratava da casa do ex-chefe. 


— Não era vingança, nada disso. O Yuri chamou o Igor para uma "fita", pediu para levá-los de moto até uma casa que iam furtar enquanto os donos não estavam. No dia seguinte, quando foi receber [R$ 500], ficou sabendo das mortes. Por coincidência, era a casa do ex-patrão.

O outro detido é Vinicius Henrique Machado da Mata, 20 anos, que teria dado a ideia do roubo porque sabia que o empresário guardava dinheiro em casa. Os criminosos ainda espalharam café, fubá e açúcar pelos corpos e no chão da casa para tentar eliminar impressões digitais. 

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