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Prefeitura de BH publica decreto que flexibiliza uso de máscara em locais fechados

Anúncio da flexibilização foi feito pelo prefeito da capital, Fuad Noman; veja em quais situações o decreto recomenda o item

Minas Gerais|Ana Gomes, Do R7

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Flexibilização acontece após 58 dias de uso obrigatório
Flexibilização acontece após 58 dias de uso obrigatório

A Prefeitura de Belo Horizonte oficializou a flexibilização do uso de máscara em locais fechados da cidade. O decreto foi publicado no DOM (Diário Oficial do Município de Belo Horizonte) desta quinta-feira (11).

O documento, assinado pelo chefe do Executivo da capital mineira, Fuad Noman (PSD), deixa facultativa a utilização do item de proteção contra a Covid-19, mas recomenda que os moradores usem o item nas seguintes situações, atividades ou locais:


• Estabelecimentos e serviços de saúde;

• Transporte coletivo e estações de embarque e desembarque;


• Transporte escolar;

• Instituições de ensino; e


• Recomendação de uso a pessoas idosas, com comorbidades ou não vacinadas.

O decreto detalha ainda que para profissionais de saúde e pacientes com recomendações médicas a máscara continua obrigatória. Se os casos de Covid-19 aumentarem na cidade, a Secretaria Municipal de Saúde poderá voltar a exigir o uso do equipamento de proteção.


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Após 58 dias de obrigatoriedade de máscara em ambientes fechados, o prefeito Fuad Noman anunciou, nesta quarta-feira (10), a flexibilização do item na capital mineira. Através das redes sociais, o político afirmou que a melhora dos índices da doença permitiu que a decisão fosse tomada pela administração.

“Diante dos indicadores favoráveis da Covid-19 apresentados pelo grupo técnico da Secretaria Municipal de Saúde, decidimos suspender a partir desta quinta-feira (11) o uso obrigatório de máscaras em ambientes fechados", escreveu.

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura, Belo Horizonte tem, neste ano, 126.071 casos confirmados de Covid-19 e 785 mortes por causa da doença. Até o momento, os dados da vacinação em relação à população total estão desta forma: 75% tomaram a 1ª dose; 88,1%, a 2ª; 70,9%, a 1ª dose de reforço; e 16,7%, a 2ª de reforço.

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