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Prefeitura de São João del-Rei (MG) confirma contaminação de criança por Streptococus pyogenes

Segundo a Secretaria de Saúde do município, seis testes foram realizados nas UBS e na UPA da cidade, quatro deram negativo e um inconclusivo para a bactéria

Minas Gerais|Do R7, com André Santos, da Record TV Minas

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Cidade investiga se a morte de crianças está ligada à infecção pela bactéria
Cidade investiga se a morte de crianças está ligada à infecção pela bactéria

A Prefeitura de São João del-Rei, a 183 km de Belo Horizonte, informou que o teste rápido confirmou a infecção de uma criança pela bactéria Streptococus pyogenes. Desde outubro, a cidade investiga a morte de crianças, que poderia estar ligada à infecção pela bactéria. 

Segundo a Secretaria de Saúde do município, seis testes foram realizados nas UBS e na UPA da cidade, quatro deram negativo e um inconclusivo para a bactéria. A secretaria informou ainda que os pacientes que estão apresentando sintomas, como dor de garganta, febre, manchas pelo corpo e vômitos, são submetidos aos testes rápidos. O resultado do exame sai em cerca de cinco minutos, e a coleta do material é feita pela faringe do paciente.


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Além dos mais de 2.000 testes rápidos, a prefeitura também passou a disponibilizar outro exame, realizado em laboratório, para detectar a bactéria Streptococus pyogenes em pacientes. Esse outro tipo de testagem é realizado a pedido do médico, e o resultado sai em até dois dias.

A prefeitura da cidade confirmou que duas crianças continuam internadas na Santa Casa da cidade com suspeita de estarem infectadas com a bactéria. Uma terceira criança suspeita de ter infecção causada pela bactéria, um menino de 8 anos, morador da cidade de Santa Cruz de Minas, continua internado em um hospital da capital mineira em estado grave.


Desde o fim de outubro, a morte de três crianças, com sintomas de estarem infectadas pela bactéria, é investigada. Segundo a secretaria, a investigação epidemiológica realizada até o momento sugere que os pacientes evoluíram a óbito devido a uma septicemia, que pode ser causada por diferentes agentes infecciosos.

A pasta informou ainda que, com os resultados disponíveis, não foi possível definir o micro-organismo responsável por cada um dos óbitos, nem afirmar que todos os óbitos tenham sido causados pelo mesmo agente infeccioso das crianças.

Em um dos casos, de uma menina de 10 anos, a Fundação Ezequiel Dias e a Secretaria de Saúde do estado descartaram que a morte tenha sido causada por infecção pela bactéria Streptococus pyogenes. As causas das outras duas mortes, de duas crianças de 3 e 10 anos, ainda são investigadas.

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