Prefeitura explica decreto e diz que fotos em parques não serão cobradas
Tabela de preços divulgada em junho é para uso exclusivo dos espaços da Fundação Zoobotânica
Minas Gerais|Do R7

Um decreto da Prefeitura de Belo Horizonte que causou polêmica e revoltou fotógrafos da capital foi esclarecido nesta terça-feira (15) durante audiência pública na Câmara Municipal. A decisão implantava tarifas para ensaios em espaços públicos administrados pela Fundação Zoobotânica.
Durante a audiência, segundo o vereador Adriano Ventura, o órgão explicou que "o uso desses espaços para fotografar é e sempre foi gratuito, apenas daqueles que querem uso exclusivo do local é cobrada a taxa, de acordo com uma tabela já estabelecida".
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Conforme a tabela de preços, uma diária para gravações e fotografias no Jardim Zoológico ou no Borboletário, por exemplo, custa R$ 1.750. No Jardim Japonês, o valor chega a R$ 2.450 por dia. Se for meio período, o valor cai pela metade e a hora custa R$ 310.
O valor mais elevado é o cobrado no Parque Ecológico da Pampulha, onde a hora custa R$ 420. Já o custo para o agendamento diário é de R$ 3.000.
Uma nova reunião foi marcada entre fotrógrafos e fundação para discutir os valores que, mesmo para uso exclusivo, são considerados altos pelos profissionais.















