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TJMG lança inteligência artificial para traduzir "juridiquês" dos processos

O robô Sofia pode ser acessado a partir do QR Code registrado em documentos; tecnologia tem como foco facilitar compreensão

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

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Presidente do TJMG detalha funcionamento da tecnologia
Presidente do TJMG detalha funcionamento da tecnologia

O TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) lançou um sistema de inteligência artificial que tem como objetivo traduzir o "juridiquês" e facilitar a compreensão sobre a movimentação dos processos.

O projeto foi detalhado pelo presidente do órgão, o desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, durante entrevista ao quadro MGR na Política, da Record Minas, nesta quinta-feira (21). A tecnologia foi batizada de Sofia (Sistema de Orientação e Facilitação de Informações e Acessibilidade).


"O robô é interessante. A Sofia vai conversar com as partes do processo traduzindo o "juridiquês". É um facilitador, que traz linguagem simples. O CNJ [Conselho Nacional de Justiça] lançou uma tentativa de que todos os tribunais se aprimorassem com essa linguagem simples. Nós já fizemos isso há um ano e estamos lançando a Sofia", detalhou o magistrado.

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O acesso ao sistema é feito por meio dos QR Codes que são impressos nos documentos referentes às ações. Ao apontar a câmera do celular para o código, o internauta será direcionado a uma plataforma que apresenta o resumo do documento com palavras de fácil compreensão.


Além do avanço tecnológico, uma preocupação da gestão de Pereira Filho no TJMG é a inclusão social.

O órgão fez um projeto para contratar pessoas com Síndrome de Down, surdas e mudas para atuarem no dia a dia do judiciário. "Eu tenho uma visão um pouco diferente do magistrado típico. Ele entende que a função dele é só julgar. Essa função é fundamental, mas eu entendo que existem outras questões que precisam ser enfrentadas e o judiciário pode realizar vários momentos de acolhimento", detalhou.

Durante a participação no MGR na Política, o presidente do TJMG comentou sobre a atuação do órgão para os acordos com as mineradoras responsáveis pelos rompimentos de barragem, falou sobre a dívida do estado e estratégias para desafogar o judiciário. Assista à íntegra:

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