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Três homens são presos suspeitos de fazerem parte da gangue que matou 4 pessoas da mesma família, na Grande BH

A polícia acredita que a quadrilha chefiava o tráfico de drogas em Ibirité

Minas Gerais|Do R7 MG, com Record Minas

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Um suspeito conhecido como "Loirinho" continua foragido
Um suspeito conhecido como "Loirinho" continua foragido

A Polícia Civil apresentou nesta quinta-feira (6) três homens presos por suspeita de fazerem parte da gangue que matou 4 pessoas da mesma família em abril deste ano, em Ibirité, na região metropolitana.

Um dos presos é Ronaldo Teodoro da Rocha, considerado pela polícia como responsável por receptar materiais e se oferecer como laranja para a compra de carros de luxo, por exemplo.


Na casa de Rocha foram encontradas drogas, balanças, pinos de metalurgia, utilizados para remarcar chassi de carros roubados, e objetos que podem ter sido roubados de veículos, como aparelhos de DVD, GPS e celulares.

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Um dos outros suspeitos, Felipe Silva, estava armado quando foi abordado pela polícia. Ele carregava uma pistola 380 na cintura e, segundo a Polícia Civil, não entregou a arma quando foi solicitado. Ainda de acordo com informações da polícia, o revólver apresentava resquícios de pólvora, o que indica que teria sido disparado nos momentos anteriores.


Investigação

A Polícia Civil investigou a gangue durante os últimos dois meses, desde que Roberto Marques do Carmo, que seria o chefe da quadrilha,foi preso. Ele foi acusado de ser o mandante do assassinato de um rapaz de 15 anos, que seria membro de uma gangue rival, assim como do sequestro e homícidio da mãe, da irmã e de uma amiga do jovem.


Ainda segundo informações da polícia, a quadrilha teria uma lista com o nome de pessoas marcadas para morrer. A gangue é suspeita de dominar o tráfico de drogas de Ibirité e de outras cidades da região metropolitana de BH.

Hugo Eustáquio de Araújo, conhecido como "Loirinho", também faria parte da gangue e continua foragido.

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